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Gestão de Equipamentos e Atendimento Hospitalar

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E agora como é que faz? Entendeu? O tomógrafo tá funcionando normalzinho? Normal, sem erro. Não, o... é o queimou o... Esse é difícil dar problema, a polar aguenta bastante. A gente já vai ter que preventivo em dezembro, eu acho. É, relativamente é novo em relação aos outros. Não, o tomógrafo agora tá nessa outra casa, né? É, o das outra casa. Mas esse daí... Esse sim, ele é bom, né? Porque o da City até agora não quebrou. Desde que a gente comprou, tá com a mesma... ele gosta desse aparelho, é igual esse daqui, né? Na verdade, só mudaram o nome, saiu Toshiba, entrou Canon. Mas ele tem várias... ele já tem contrato com a Ampla, tem duas, três, quatro Ampla de reserva. Todos os lugares têm o mesmo equipamento, então é... se tá com a Ampla, ele já tem a Ampla paga, né? Diferente de não ter. A gente paga a hora que... Mas viu, doutor Mário, eu peguei, eu fiz o orçamento da Ampla com a Canon. Daí a Ampla é... 72 mil dólares. 72 mil dólares. Eu falei, beleza, eu vou fazer um contrato de pagamento de... quanto que vai sair, eu vou receber ela daqui a um ano. Daí é o seguinte, você paga os 72 mil dólares em 12 vezes, só que se quebrar antes de fazer um ano, você tem que entrar e fazer todo o pagamento pra poder receber. Então não adianta nada. Não, assim não... não tem dinheiro. Daí até avisei, doutor, falei: ó, esse dinheiro aí, uma hora vai precisar usar, né? Vai precisar usar. Até, deixar o dinheiro na mão, parado, 12 meses... É a hora que precisar... Não, mas... É. Não, a única coisa que é a disponibilidade. Eu falava assim: a garantia depois de um ano, você tem garantia que vai ter o tubo lá. Mas só depois de um ano, né? É. Tá bom. Só se for pagar, então assim, vou pagar... Você tá pagando, mas normalmente não está... Os tubos do equipamento tá agora queimam, então tá aguentando bastante, durando bastante, não estão queimando. É, a gente andar com a reunião, eu falei pro doutor Mário essa semana, o doutor Giano anda levando aquela máquina pro leito, tá? Só posicionei, posicionar vocês, posicionei em reunião também, uma eventualidade, dano aí... Porque assim, não tem um aparelho, ele usado não tá lá dentro? Tá. Mas agora você vai vir mais gente, não dá pra tirar, né? Agora, você sabe quando que foi usado? No leito? Eu vi um dia só isso aí. É porque isso é maior, né? Mas assim, é uma campanha no filme, ... não... É mais largo, né? O resto... Não, mas o teclado dele, a linha dele tem um teclado... Embaixo ele é... É... O outro não, o outro embaixo... Ele é... o teclado é... E tá entrando um monte de gente ainda, assim, de lá? Como é que tá lá a recepção? O fluxo? Tá, fica... O banheiro eu não vi mais. Eu não vi mais ele mandando o paciente pro banheiro, não, tá? Aí amanhã... Mas o fluxo continua assim: à tarde, os horários que eu tenho eu vejo todo mundo de pé lá, dois, três de pé. Amanhã. E ele tá com bastante, assim, resistência com relação ao PA. Deixa a paciente ir pro PA sem atender. O plantonista vinha... Pô, o senhor que veio, doutor? Não, um dia ligaram pra mim, era o caso. Eu falei: eu não venho mais com essas coisas, então... Dia normal? Dia normal. Sete horas da noite, deixou a paciente. Não quis fazer, falou: o plantonista que vai vir. E ficou daí. Ele também não tem... Agora é o caso e ele... Eu sou de segunda-feira, e venho atualmente até dezembro, um final de semana no mês só. Cara, você começa plantão. Sete horas. À distância. Não, só que no começo, assim, ele tava caçando os pacientes, ele ia atrás do doutor pra pedir exame e aí ia... Agora... Eu recebi um comunicado da Maristela falando que agora a agenda dele vai até as 18, das 18 às 19 é pra fazer os PAs. Recebi essa semana até.

Talvez eles vão organizar a agenda assim, talvez melhor em relação... É, mas de uma hora, a PA não é bem assim que funciona, né? PA é PA. Aí vai deixar esperando das quatro até as oito. Então, ele vai deixar. Vai ser chegada de manhã... Vai ficar. Se chegar... se chegou meio-dia, pediu... Esse não é o objetivo do hospital, né? Deixa de ser emergência, né, doutor? Exatamente, mas ele vai deixar. É, isso não é o objetivo. Então, é assim, começou de um jeito, agora querendo, agora não quer. Mas isso era o esperado também. Agora ele tá mandando os outros dois. Mas acho que a gente vai precisar acompanhar, doutor, se for o caso, e a gente identificar, levar pro doutor Tirso. Eu acho que isso daí... Porque é o que o doutor tá falando. Deixa ser emergência. Vamos ver a Carla, porque a Carla que sabe isso daí. Porque o que tá acontecendo é paciente que foi ficando, foi ficando, aí chega um horário que nem o que tá de plantão quer vir porque tava de manhã antes, ou que ficou, não veio, foi embora, porque não sei o quê, chegou o horário... Já no começo ficava até sete horas da noite, né? Agora... Imagina a ansiedade de uma mãe, de repente, que... Então, ele quis um negócio, ele se comprometeu do jeito. Tudo bem, agora vai mandar mais duas. O obstétrico é pra passar na frente, tá? Não comunicar com a Stella. O obstétrico é pra passar na frente. É pra intercalar na agenda. O restante, os abdômens, os que às vezes eles pedem articulação... Porque, na verdade, é assim, ó: a rotina, na verdade, é assim, o hospital, o principal... Quanto do PA, o principal é o que tá no PA, né? O internado, tudo bem, tá internado, isso tudo bem, eu concordo com algum... Agora, o PA, eu acho que isso da rotina... A rotina é, se tem uma rotina, mais ou menos no horário, tem hora que nem precisa passar. Agora, o que tem que entrar fora é o pessoal do PA, né? Não dá pra fazer só depois. Aí o cara chega seis horas, sete horas da manhã aqui e só vai fazer o exame às sete horas da noite. Uma chance de esquecerem... De vez em quando, né, em ficha, em cima da ficha, fica na sala, colocar as fichinhas, né? Quando de vez em quando fica de internado, o PA o cara vai embora, não fica ficha, né? Então lembra quantas fichas ali fica parada. Porque agora o PA controla pro sistema também, né? A gente fica mais tranquilo. É, mas controla mais ou menos, né? Não dá tempo de controlar. Então é assim, agora vai ter mais gente, eu não sei os dias que vai ter mais gente, mas essa gente eu acho que vem mais pra fazer rotina e não pra fazer PA, né? É esse que é o... Bem, tem que ver, porque na verdade é assim, eu acho que assim, eu concordo que passe gestante na frente, mas entre uma gestante e uma criança do PA, a criança... Eu acho que agora a gente tem uma média de por mês aí de 700 a 800 exames de ultrassom. Então, que é a rotina, a gente tá fazendo. Isso já tá, tipo... há um tempo. Agora vai aumentar com dois médicos, né? Ou senão... mas ele vai diminuir a agenda dele. É. Então ele vai diminuir a agenda dele e ele não tá querendo fazer mais PA, ele não quer fazer internado, não quer fazer PA, ele quer fazer só da rotina e já embora, né? Não tá assim? É, quando começa é de um jeito, depois... combinado não é. Então é isso. Vou fazer um adendo aí sobre a aplicação de amanhã. É isso. Porque a médica que tem a Fernanda e a doutora Kentse, né? Kentse. Doutora Kentse, eu acho que vai dar um pulo pra tentar fazer uma... porque amanhã é a agenda dela também, né? Quinta-feira. Ela vai tentar fazer um exame ou outro de paciente dela lá. Então aí tem alguma coisa de horário, porque eu acho que ela entra às dez, né? Ela entra na hora que tiver. E daí a única coisa, eu tô com esses são os presets, né? E eu acho que é rápido pra treinar e pra fazer preset. O preset, na verdade, é assim: a aplicação, na verdade, ela já faz os presets que o básico de... que a maioria usa. Então ela já vem, vem com os presets. É que ela distorce daqui, aqui, começa... às vezes dura quando... cada médico quer um preset diferente, vira uma bagunça.

Você tem que saber adaptar o uso. E os presets, você tem que saber mais ou menos, porque você sabe mudar na hora, pra não ficar fazendo aquele monte de preset e na hora aí você nem sabe mais o preset que tu tá usando. O senhor quer que eu oriente alguma coisa ela antes? Não, é porque geralmente é assim, geralmente os presets são assim. Geralmente tu pede pra colocar um preset, o preset básico, o preset que normalmente todo mundo tá usando. Quem tem maior ideia dos presets do equipamento é a application, ela sabe, ó, é desse jeito, é o melhor jeito que faz. Aí tem umas coisas que você faz na hora, que você pode aumentar ganho, tem umas coisas que você acerta na hora, que a gente acerta, como todo mundo acerta quando tá fazendo exame. Mas o que ela tem que deixar é os presets, assim, uma configuração básica, que seja a média de tudo que ela faz, que é isso que ela precisa fazer. Deixa, ó, porque tem: eu gosto mais escuro, mais claro, mais... mas isso tá no botãozinho ali de ganho, essas coisas você faz na hora. Só pra confirmar, eu mandei pro doutor José Roberto, o senhor tinha falado, doutora Karen, doutor Vitor. O doutor Vitor não respondeu, foi o único que não respondeu. O Guilherme, doutor Cássio, doutora Kent, doutor Guilherme e o senhor. Acho que era quem a gente tinha combinado mesmo de mandar. Então assim, o doutor Cássio obviamente falou que não vai poder vir. O doutor Cássio já usou essa máquina. Isso. Eu também já olhei, eu sou... você também não sabe, né? Como eu chamo o paciente, porque... é essas coisas que eu não sei, como é que eu chamo o worklist, essas coisas que da máquina... Ah, isso daí eu já sei, porque eu expliquei pro doutor João. Então é isso aí, onde eu uso o worklist, como é que você... onde que, por exemplo, tem alguns botões lá que todos têm, aumenta a caixa, cursor, onde que você escreve, onde que tá as listas, então é isso que eu não sei, porque... É essa linha, porque assim, o duro da GE, cada linha GE é de um jeito. O duro é isso. Então, assim, tem GE, essa é a linha Volvo, então Volvo é um jeito. Tem a linha, sei lá o quê, é um outro jeito. É onde as tabelas são diferentes. Isso tem tabela boa pra ginecologia, realmente. No Volvo, a linha, na verdade, é uma linha dedicada pra GE. É mais pra GE. Então, as tabelas do Volvo são melhores que as tabelas do outro GE. O GE que eu tinha lá não usava tabela. Essa tabela do outro é melhor, é mais parecida com a tabela que eu uso, porque lá pra trás era Medison, antes da... a Volvo era um aparelho, quem desenvolveu foi a Medison. A GE comprou essa área também, essa área, e ficou GE. Então as tabelas são interessantes. Quer dizer, as tabelas que tem todos os outros GE é muito chato, muito. Agora, pra instalar, eu quero ver só como é que você usa, onde tá uma mão de imprimir, essas coisas básicas. O formulário que você tocou nesse assunto, viu? Ele está imprimindo direto do aparelho. Eles estão usando a contingência. Não, eu também não... Eu vou falar pra desinstalar, não sei por que instalou isso aí. Desinstala essa contingência. Porque assim, lembra que a gente pediu pra instalar a impressora como contingência e o rapaz conseguiu instalar. Não, mas... Só que aí o doutor Girando agora, ele imprime tudo da contingência, tudo direto do equipamento. Também, então, o que acontece? Dá errado? Não dá. Só que é assim, não sai o logotipo da Unimed, as imagens ficam menores, não fica num padrão legal. Mas isso daí, o aplicativo sabe colocar o logotipo da Unimed. Não, é, mas na impressão do filme, doutor, não sai. Mas lá é assim, a gente... No filme não, no papel. Não, não, só se pedir pra aplicativo. Porque assim, como é que a gente... se não tá configurado ainda. Todos os outros equipamentos lá, assim, vai pro sistema, mas eu imprimo, mas do mesmo jeito que eu mando pro sistema, eu mando pra imprimir, imprimir direto do aparelho. Não tem o quê? Aqui tem uma... ir pro computador, abrir página, isso... No... se vai facilitar, é melhor. Eu tenho que falar que a aplicação... Não, quanto a facilitar o exame, facilita muito, porque quando dá laudo, é que geralmente tem alguém dando laudo aqui. Você quer imprimir, você tem que entrar no computador, aí você tem que...

A impressora dele lá, deu uma impressora. Você tem que mudar a impressora, mudar. Então você imprime... Quando você fecha, terminou. Porque eu não sei como é que... Lá fica automático. Terminou o exame, você fechou, foi pro sistema e você já mandou imprimir, foi pro sistema, você não tem que abrir nada e colocar nada. Aqui não, aí você fecha, você tem que mandar pro sistema, aí você abre o sistema, tem que mandar imprimir. Aqui era assim, doutor. Vai, então. Só que assim, vai... Aqui era assim. Mas isso configura no aparelho. Geralmente configura. A única coisa que a gente devia manter o padrão, doutor Mário, porque pra mudar nisso, eu acho que tinha que fazer um outro também igual, né? Não, o certo é mandar impressão via aparelho. Isso hoje só manda via computador? Hoje, o que imprime via aparelho, só o gesto. Mas o outro também imprime. O Mindray, lembra que você consultou a Mindray? Mas a impressora não é homologada. Ah, mas eu não entendo, porque assim, se não é homologado, porque assim, eu tenho impressora lá. Eu tenho impressora, mas tá configurado o aparelho. Eu tenho, tá um nível lá que deu problema no meu lá, que precisa trocar fonte. E como o cara que vendia a Mindray era o cara da Samsung, eu tenho um Mindray lá, mais sofisticado, que não é o que tá aqui, não é o que mostrou, é um modelo, sei lá o quê. E tá lá, mas eu vou deixar configurado na impressora. Nesse caso, a gente deve pedir uma preventiva desse daí, né? Porque a gente não chegou a abrir um chamado pra isso. Não, ele configurou a impressora. Eu fiz o chamado, não, eu cheguei a pedir formalmente pra eles. Formalmente? É, pede pra configurar e... no pior, e o que que faz? Aonde a gente faz o seguinte: põe no da GE agora, mas daí deixa o projetando pra facilitar a vida dele, e daí depois, quando a gente vier com a Mindray, usando o pessoal, ele tenta fazer essa coisa. Eu realmente facilito muito, porque aqui é assim, o que for possível de fazer, faz. Agora, se a Mindray falar assim, não... Não, mas consegue, consegue, porque eu tô com um aparelho que tá lá de demonstração, e a moça vai lá e quer acertar uns presets lá pra mostrar pra mim, eles querem o... Aí ela vai lá... Você tá com a Mindray direto? Ou com a Conimagem? Não, ela é direto, é direto do representante, que é o pessoal da Rivertec. Não, não é da... É da... Isso. Então tá lá o aparelho, o aparelho tá lá, mas configura, tudo configura. Porque assim, o que que faz? Você mandando direto do aparelho é muito mais rápido, porque aí fica lá, você tá dando laudo, você entra lá... Aí lá é que, como geralmente o GE, a funcionária tá com ele, então ele não tem essa dor de cabeça. Mas se precisar, o que acontece? Tem que... Porque de qualquer jeito ele fecha o exame e o exame fica no PACS, independente. É, exato, tá no PACS. Só que só quando você vai dar laudo, você tem que... É que assim, o computador é um... então você tem que, pra imprimir, você entra na impressora de imprimir. Pra dar o laudo, você entra na impressora de laudo. Aí não precisa entrar na impressora pra imprimir, eventual só. Fica nas impressoras normais, digitar, e não tem esse trabalho de você ter que abrir o aparelho, daí você abre a imagem, você manda pra um lugar e fecha e manda e manda, vai direto, lá vai direto. Se dá problema... tem... se a gente tem problema de internet, alguma coisa, porque a gente tem um programa que tá na nuvem. Se o programa... a gente não consegue ficar sem dar laudo, a gente consegue dar no Word. Dá o laudo e depois manda pro sistema. A gente consegue mandar pro sistema, mas não fica parado esperando que... aqui também vai pra nuvem, né? Claro. Não é? Então vai pra nuvem aqui também o sistema, né? Vai, vai tudo pra nuvem. E quando for, né? E vai mudar, doutor. Então avisando o senhor, vai mudar. O IDCF vai sair. E vai entrar o quê? Vai entrar o M Cockpit, chama. É tudo. O M Cockpit é o... é uma mistura do Cockpit com o novo. É um pouquinho diferente, mas tem as mesmas funções. E quem? A mesma empresa? A mesma empresa. Os nomes continuam, o IDCF. É porque assim, essa... metei mais atualização. Esse nome dessa empresa, o IDCF? Vivace. Essa Vivace foi comprando gente, né? Sai gente de um lugar e vai comprando, vai entrando, vai juntando, vai... a Vivace fica numa empresa... Nós estamos atrelados à mudança com a mudança do MV, só pra vocês entenderem.

Então, eles já queriam que eu tivesse dado o treinamento pra vocês. Eu falei: Não, eu não vou dar treinamento préviamente, porque o médico, se eu treinar ele, já vai querer começar o negócio. E tá funcionando o Jetpack? Ah, era aquele dia que... que ia parar. Daí cancelou na quinta. E tá, pelo que entendi, tá meio sem previsão aí, porque eles estão com erros aí que não conseguem resolver. Até o pessoal da Vivace também tá com erros, que também não conseguem resolver. Tá rolando. E eu só vou partir pro treinamento quando realmente eles falarem. Porque, assim, segundo eles, o IDC vai continuar funcionando. Mesmo quando for pra nuvem, o IDC vai continuar funcionando e aí o Cockpit vai estar funcionando também, esse W Cockpit. Então, eu vou ensinando vocês. É, provavelmente vai ser por um tempo, né? É, por um tempo. Vai ter que migrar, né? Vai ter que migrar, não, vai ter que... tudo. Porque o problema do hospital é assim, né? Não tem, acho, como você fala, não tem uma contingência pra se mandar pra outro lugar, né? Aí a hora que migrar, vai ter que parar pra migrar e ter que fazer. Enquanto não migra, não consegue migrar sem... Então, eles vão migrar e vai ficar funcionando os dois? Ah, resolver migrar sem migrar tudo e acabar com... Não, não. O IDC vai continuar funcionando. A gente só, assim, por exemplo, a gente não vai ter desenvolvimento mais pro IDC. Ah, eu quero tal coisa. Ah, tá dando um problema tal. Eles não vão mais resolver, né? Entendeu? Esse eu acho que é a questão. É igual o meu drone. Meu drone tá assim também. Parou de fabricar, agora é só o pirata. Agora é só o pirata. Algo mais? A outra... Eu acho que eu precisar de um síndico lá, tá? Nessa passagem aí, que ela vai ser de oito e meia até as 16h30, ela vai ficar à tarde. Então, assim, pela manhã ela já tem um monte de coisa pra fazer. Pela tarde, aí tá meio... Eu vou chegar meio... É, porque assim, tudo que eu quero ver é 20 minutinhos pra explicar e eu ver a imagem de alguém fazendo, porque ela fica na sala, ela acompanha, ela vai. Talvez a gente precise de alguém voluntário. Essa parte de configurar, é configurar o... Ela vai configurar. Então, mas diga assim... O ideal é pela impressão, né? É, configurar a impressão. Configurar... adequar a impressão, né? É isso eu falo pra ela. Você fala pra ela? É, porque eu aumento ela, você não tá direto, sabe? Tem que ficar dependendo dela. A única coisa é essa história do padrão, que a gente vai entrar no sistema cliente. E o automático também, que eu tava te falando, não sei como tá hoje, né? Tá enviando automático ou ele tá enviando manual? Não, é... eu só tô comentando... é porque o padrão... É porque o ideal é, que nem assim, envia... não tem que mandar, você encerra... Já manda. Já manda. Eu entro na impressão e imprimo no aparelho, não vou... É assim, eu entro na impressão, imprimo... encerrou o exame, já vai pro PACS direto. Já imprime. Eu achei o... um pouco inseguro antigamente, né? Ele fez mudar o... e fez mudar o... Não, seguia. Agora ele exibiu manualmente. E aí, por isso que às vezes o senhor vai fazer o leito lá e fica perdido: foi, não foi, tem que mandar? Tem que ter um padrão mesmo. Então, o ideal é assim: manda tudo, é automático. Porque assim, qual é o comando? Encerrar o exame. Porque você, que nem assim, você manda pra impressora, a gente manda assim, termina, eu mando pra impressora antes de encerrar. Eu abro, terminou o exame, tá as imagens estão lá, eu selecionei como é que vai ser no aparelho, então depois aqui seleciona na impressora quando você tá fora. Então eu seleciono o que eu quero imprimir, do jeito que eu quero imprimir, manda imprimir, terminou de imprimir, eu finalizo. Finalizou, ele foi pro sistema, foi imagem, tanto é que quando vai dar laudo, só consegue dar laudo quando o exame está fechado no sistema. Então é isso. E se ele não conseguir ajustar, doutor? Vai conseguir, mas... Vai foto, vai foto, de qualidade. Mas todo mundo consegue. Mas todo mundo consegue, e o ajuste... ninguém gosta muito de ajustar foto.

Isso é, geralmente é assim, ou é o cara da impressora, lá é a gente mesmo que sabe mais ou menos o que fazer, você começa a entrar no programa da impressora pra tentar melhorar a imagem. A funcionava, a moça da GS sabe, o cara da impressora sabe, mas ninguém gosta, perde tempo. A gente tem que ver que, assim, quando vieram instalar, todas as configurações em geral foi o cara da instalação que fez, né? Daí a gente repõe ela. É porque, na verdade, o cara da instalação praticamente não faz configuração nenhuma. Geralmente o cara da instalação deixa a configuração que tá no aparelho, executar o exame. É, exatamente. É, tá falando das configurações de rede. Ah, é configuração de rede. É isso. Porque talvez outro técnico... quem faz configuração é... não, quem faz isso faz parte da configuração. Tirar o... mas quem faz a configuração de rede normalmente é o técnico que vem instalar o aparelho. Ele que configura a rede. Foi ele. Porque assim, ele sabe mais ou menos como... ele sabe configurar e fora isso ele não... Ele mesmo falou. Não, ele não tem. Eu sei ligar. Então é isso. Bom, vamos lá. Eu até tenho aqui do Dr. Miramontes, mas o Dr. Miramontes pediu pra falar com ele sexta-feira de novo, porque o Dr. Miramontes quer que retome o assunto do dosímetro padrão dentro do centro cirúrgico pra ver o quantitativo de exposição pros médicos e pros colaboradores. Fazer uma monitorização da área. É, daí ele falou pra eu conversar com o Dr. Mário e ver o que o Dr. Mário acha disso. Só que eu mostrei um monte de documento que há uns dois anos atrás eu fiz a leitura, lembra que eu deixei guardado? E aí eu falei pro doutor que eu precisava de tempo pra eu ler e passar pro doutor qual foi o estudo que eu fiz, porque eu consultei o doutor. Você pode fazer um estudo da área durante um período. Aí você emite um relatório. É, ela indicou, e a gente tinha parado nesse assunto e nós não retomou o assunto. Porque eu não tenho nem ideia, porque a sala, o centro cirúrgico, vai ter a hora que tá usando escopias, vai ter expulsão. Onde tem que deixar, isso é coisa da... onde pra fazer a expulsão é maior, vai mais pegar a contaminação espalhada. Onde deixa o... como é que eles fazem? É, a doutora deu orientação. Onde eu trabalhava... Mas isso não é uma prática reconhecida normativamente. Normativa não, mas é uma segurança que você tem. Mas normativamente, você trabalha aqui e fala assim, ó, auxiliar de enfermagem. Aí a gente precisa monitorar. Nós começamos o estudo justamente por causa das enfermagens mesmo, você lembra, né? Então, a pergunta é... esse assunto é assunto pra essa reunião aqui, né? Com certeza. A pergunta é o seguinte: o que diz a legislação? Exatamente. Então é isso, é nesse ponto que eu ia falar pro Dr. Mário, que o Dr. Miramontes pediu pra eu trazer, mas eu quero voltar, ler a literatura de novo pra ver o que ela diz, porque eu lembro todo o processo que eu fiz. Eu consultei a física, consultei as duas empresas que prestam serviço pra nós, e ela fez algumas pontuações por e-mail, eu tenho tudo salvo. Eu só não tive tempo hábil pra fazer a leitura porque eu tava afastada semana passada. Mas, em resumo... Mas eu não me recordo, eu não consigo te responder com precisão. É, menção, indivíduos ou proposto ou parcialmente expostas. É, então tem que... Na verdade, ela segurou isso, né? Lembra? A gente falou com a Elisângela. A Elisângela falou: ‘Ah, vamos esperar um pouco.’ É, mas a gente falou, eu pelo menos particularmente falei pra Elisângela conversa de corredor, não levei a fundo pra ela. É, porque a legislação, isso vai ser o técnico que faz o técnico, o físico que faz o levantamento, mas na verdade é assim, é o que diz a legislação, né? Conversa... e fazer sentar na legislação é criar a... Eu preciso lembrar que em algum momento a gente parou porque não tinha dados pra gente seguir em frente. Eu não me recordo o porquê, mas é um tanto assim, ó, de documento que eu tenho, então eu tenho que fazer toda a leitura pra eu relembrar e trazer pra vocês na próxima, que é o que eu queria trazer. Então... né? A gente começou esse... Eu só vi a parte... nem... não prestei atenção, que me chamou atenção. Afirmar... A gente começou esse... tudo...

Mas é obrigatório. E quando você dá a dosimetria, você muda algumas coisas. Só que chega a questão, né? Ó, eu quero uma... Tem? Muda... Essa inicial? Lá onde eu trabalho, as técnicas de enfermagem trabalham 24 horas só por semana, no setor de imagem. Pra você ter uma ideia. É porque se a gente classificar elas como corre o risco mesmo. Por isso que precisa ser lido e interpretado junto ao jurídico ainda. Porque eu lembro que a gente parou porque alguma coisa... É, o problema é a parte jurídica, exatamente. A partir do momento que você mexer com colaborador e falar que vai ter que fazer mesmo, é avisar a diretoria, porque envolve custos. E aí você começou a fazer. Mas assim, se a normativa tem que fazer. É, primeiro tem que dar a legislação. É por isso que eu nem abri, entendeu? Porque eu não gosto de... Primeira coisa é a legislação. Aí, se a legislação obriga, é obrigado. Se não obriga, a gente pode passar pra diretoria. Aí passa pra diretoria. Pegou as coisas aqui, manda pro jurídico, ó: o que a gente faz aqui? Pode ou não? Deixa isso. Lógico que não. Você pede diretoria, lógico que não. Eu vou falar bem a verdade, eu acho que foi a diretoria, na verdade, na época, que barrou e pediu pra gente não fazer o... Mas agora eu acho... Mas agora, se vem o Ministério, olha a comissão lá, vocês não viram isso? É, exatamente isso aí. Então tem que... Porque o problema é... Porque assim, só vendo a proteção do... na comissão... E isso realmente é uma coisa que gera custo, igual. Mas só que assim, se a legislação obriga, a gente pode trazer isso. Mas eu... Eu me esqueci da... Esqueci, esqueci. Aí vai falar assim: se não avisar, vai deixar. Mas ali vai... porque assim, também tem... Aí, informado, precisa fazer o levantamento. Por um período... Tinha esse... Aí... Mas tem funcionário seu que não mandou. Vou ver o nome dele que eu mandei hoje. Tem que contar em todas as salas, no padrão, e tem que fazer, pelo... pra parte de fazer um levantamento pra ter uma noção de três meses, de três meses em cada sala dos IMT, você tem uma média da dosimetria e, com isso, já... Então, mas eu não sei se isso é reconhecido. É isso que ele tá falando. Quando, por exemplo, fazer isso, se não tiver... Eu lembro que ela falou... Eu lembro que ela falou que tinha que ter uma demarcação de um metro e meio, o informativo para as colaboradoras, que isso inibiria, mas saiu a atualização em 2025 da normativa. Então é isso que eu preciso rever. Então tem que vir a normativa, qual que é a orientação do pessoal do levantamento radiométrico e qual que é a legislação. O que ele falou, a gente não tá aqui na comissão pra engabelar, a gente tá pra mostrar... Aí é outra história. Mas aí... A comissão tem que falar. Eu acho que tem que fazer... Colocar na pauta. Não, já tá, doutor. Já tá, então. Tá gravando aqui, eu travo na próxima reunião. Isso, já põe na pauta e nós vamos... comunicado, nós estamos fazendo a legalidade e a hora que a gente tiver os dados, vai passar pra diretoria e vai passar pro jurídico. É isso. Porque como a gente não decide nada, então é... levantar a nossa função vai ser... levantar, passar pro jurídico e depois a gente apresenta isso. É, porque eu acho que tem que... realmente... usa em todas as salas, tem uma sala que usa mais. O ideal é que... às vezes, de vez em quando faz a... É, porque o ideal seria usar só em uma sala, de mostrar o negócio regional. Mas também não dá. Não dá? É, agora, principalmente agora que a gente tá com...

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